8 de maio de 2015

O Médico Fantasma

Esta história foi contada pela minha avó.

Em uma cidade do interior de Minas Gerais, uma jovem, estava grávida de 8 meses, começou a sentir dores muito fortes, e como vivia sozinha, foi se consultar no Hospital. Imaginou que seu bebê estava chegando.
Foi para o hospital mais próximo, que atendia tanto SUS quanto particular. Era um hospital de freiras.
Chegando na portaria foi conversar com a recepcionista, e explicou sua situação.
Como não tinha vagas pelo SUS e a moça não tinha dinheiro, a recepcionista disse que ela deveria ir para outro hospital. A moça insistia, dizendo que não tinha como fazer isso pois estava com muita dor. Nisso chegou uma irmã de caridade que era uma das diretoras do hospital. Ela quis saber o que estava acontecendo. Depois de ter sido informada do ocorrido disse a jovem.
- "Infelizmente não temos vagas pelo SUS e como não tem dinheiro para um quarto particular não poderemos atendê-la, por favor dirija-se a outro hospital."
A moça saiu e começou a chorar e rezar pedindo ajuda a Deus. Nisso apareceu um velhinho baixo, todo de branco. Colocou a mão no ombro da jovem, ela olhou para velhinho ele sorriu e perguntou:
- Por que esta chorando menina?
- Meu bebê! Acho que vai nascer e não tem vaga no hospital.
- Não se preocupe menina, eu te ajudo venha comigo. Vou leva-la para dentro do hospital e cuidarei de tudo. Eu sou médico.
Pegou a moça pelo braço e foram para a portaria, o velhinho se apresentou como médico e disse para a moça da recepção para ligar para o setor da maternidade que ele estava levando a moça para realizar o parto.
Depois do parto a moça foi levada para um quarto particular do hospital. Onde recebeu a visita do simpático médico.
- Como esta a jovem mamãe e seu bebê?
- Estou ótima e meu filho também. Mas estou preocupada, pois este setor é particular e não tenho dinheiro para pagar.
- Não se preocupe menina, eu já paguei a conta do hospital. E caso alguém perguntar quem sou eu, diga que eu já fui um dos diretores daqui do hospital e aqui esta carta com o meu nome. Entregou a carta para a jovem, e antes que ela pudesse agradecer o velhinho sumiu.
No dia seguinte, a irmã que era uma das diretoras do hospital e que tinha dito a moça para ir para outro hospital, estava passando pela área da maternidade viu a moça com seu bebê no quarto, e quis saber quem fez sua admissão. Foi a área de internação e eles a informaram que um médico de idade avançada e baixinho a trouxe para dentro e pagou as despesas. Mas nunca o tinham visto no hospital. Ela foi direto no quarto da moça e perguntou quem era esse médico que ninguém conhecia.
Chegando no quarto da moça, ela entregou para a irmã a carta que o médico deixou com ela. Ao ler a carta a irmã ficou pálida e desmaiou.
Pois o médico que atendeu a moça, tinha morrido há 30 anos. E tinha uma mensagem para a irmã:

"Fazei caridade, pois no outro mundo não é como vocês pensam. Eu já te falei isso anos atrás, quando era criança antes de se tornar irmã de caridade!"

Enviado por Flávio José da Silva Alves

15 de abril de 2015

O emocionante pedido da mãe falecida pelo seu filho.


Minha mãe tinha uma comadre, medium vidente, que mantinha um centro espírita em sua casa. Esta senhora viera morar em minha cidade, acompanhando o marido que era funcionário do Estado. Eram pobres e moravam num bairro muito distante do bairro em que minha família residia. Assim, só se viam muito raramente, quando havia sessões mediúnicas ou quando minha mãe a visitava, numa época em que o marido estava detido, como preso político, por ter participado do levante comunista dos anos 30 do século anterior.
Numa dessas visitas, a comadre disse à minha mãe que estava vendo uma mulher e um homem junto a ela. Ambos eram magérrimos, pálidos e tossiam muito. Ambos pareciam muito aflitos e tristes. 
Em seguida, a comadre disse que a mulher, que chorava, estava pedindo que minha mãe intercedesse pelos filhos do casal, deixados com a minha avó materna. Pedia que o menino fosse tratado com mais carinho e cuidados, que não fosse tão castigado, pois ele estava sofrendo e triste por não se sentir amado. Que não o tratasse de forma tão diferente da que tratava a menina.

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