21 de agosto de 2013

Mistérios insondáveis...


Linhas de Nazca

Elas podem ser definidas como desenhos imensos no chão de planícies desérticas, com proporções muito bem feitas – o que seria difícil sem uma observação aérea. Para compor as obras, que datam entre 400 e 650 d.C., a civilização de Nazca apenas retirava pedras vermelhas do solo para que as cores mais claras da parte inferior fossem exibidas.

O que impressiona é a forma dos desenhos. Alguns dos mais impressionantes mostram macacos, aranhas, colibris e outras aves em enormes dimensões. A teoria mais aceita até os dias de hoje afirma que as formas teriam sido criadas como uma maneira de expressar agradecimentos da população aos deuses.

Sendo a região de Nazca um deserto, os povos de lá precisavam de água em várias épocas do ano, por isso pediam por chuvas em rituais religiosos. Assim teriam surgido as linhas de Nazca, em explicações muito mais lógicas do que as que envolvem o auxílio de alienígenas.

Pirâmides do Egito

As certezas relacionadas às pirâmides são todas referentes aos propósitos delas: cultuar os faraós e cultivar seus corpos mumificados após as mortes. A grande maioria delas são obras gigantescas, pois deviam ser construídas de acordo com a grandeza e divindade dos reis – acreditava-se que os faraós eram os deuses na Terra.

Mas a formação das pirâmides egípcias passa por uma questão similar à do Stonehenge. São sabidos quais os materiais utilizados para a construção, mas até hoje não se sabe como é que eles chegaram até lá. Sem a presença de mecanismos de transporte, qual seria o método utilizado para o carregamento?

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Como você viu, a ciência ainda não consegue explicar uma série de fatos ocorridos no mundo, no decorrer da história. E admita: entender a ilha de Lost fica fácil depois de tentar decifrar os mistérios dos lugares mais misteriosos do planeta, não é mesmo?





22 de maio de 2013

Negros de cabelos louros


Nas Ilhas Salomão, um país localizado na no Oceano Pacífico, cerca de 10% da população nativa, de pele negra, tem cabelo naturalmente loiro.
Esse fato derruba qualquer noção simplória que temos sobre raça, pois existem muitos meandros e particularidades que a ciência vai descobrindo aos poucos. Neste caso da ilha, as hipóteses locais eram de que a cor do cabelo desses habitantes louros seria resultado da excessiva exposição ao sol, ou de uma dieta rica em peixe. Outra explicação seria a herança genética de ancestrais distantes — mercadores europeus que passaram pelos arquipélagos.
Todas essas hipóteses foram derrubadas por pesquisadores da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, que descobriram que a variante genética responsável pelo cabelo louro dos insulares é diferente da que causa a mesma característica nos europeus.
O geneticista Carlos Bustamante e sua equipe publicaram as descobertas na revista Science. Eles analisaram amostras da saliva de mais de mil habitantes nascidos na ilha, com atenção especial para um subconjunto, formado por 43 louros e 42 pessoas de cabelos escuros, e conseguiram rapidamente identificar um gene responsável pela variação da cor do cabelo chamado de TYRP1 - ele é conhecido por influenciar a pigmentação nos humanos. Sua variante encontrada nos cabelos louros dos habitantes das Ilhas Salomão não é encontrada no genoma dos europeus.
Nós humanos somos lindamente diferentes e com particularidades únicas, e isso é apenas a ponta do iceberg na genética das raças.