26 de julho de 2016

A Carona


Essa é a história de um amigo caminhoneiro que mora em Goiânia. Ele sempre esta na estrada ganhando o pão da família e uma vez ou outra me conta histórias de arrepiar que acontecia em suas viagens, vou compartilhar com vocês algumas dessas histórias que ele me contou pessoalmente.

Eis que uma vez, estava Ronaldo fazendo o trecho São Paulo-Goiânia. Parou em um posto de gasolina pra abastecer e comer algo. Sentou-se no balcão da lanchonete e fez seu pedido. Enquanto estava comendo, uma mulher bonita e até bem vestida sentou-se do seu lado e puxou conversa com. Conversa vai e vem deu a hora de ir embora ele se despediu e saiu da lanchonete. Quando ligou o caminhão ali estava a mulher. Ele abaixou o vidro para ver o que queria e ela pediu uma carona, disse que morava na cidade vizinha e não queria andar até lá, que apesar de perto, já eram duas da manhã. Sem hesitar ele aceitou.

A cidade era realmente perto, dez minutos depois de sair do posto chegaram ao trevo. Apontando uma esquina ali no trevo, pediu pra parar e desceu do caminhão. Ronaldo se assustou quando viu que ali era o muro de um cemitério.

“Como você tem coragem de ficar aqui? Vamos embora eu te levo em casa, não importa que seja longe.” – disse ele com medo de deixar ela ali.

“Eu já estou em casa” – disse a mulher andando em direção ao muro do cemitério e desapareceu.

Contando essa história e conversando com outros caminhoneiros, descobriu que o fantasma era de uma prostituta que residia na cidade onde ele a deixou. Ela teria sido estuprada e morta por um caminhoneiro que a pegou naquele posto. Dizem que seu fantasma fica assombrando caminhoneiros como forma de vingança. Hoje, Ronaldo sempre desvia do trecho onde encontrou a mulher com medo de vê-la novamente.

21 de julho de 2016

O misterioso punhal de Tutacamon



                                     Foto / Crédito: Daniella Comelli, Politecnico di Milano.

Um achado para se somar a uma lista de outros não menos extraordinários sobre o misterioso Tutancâmon: cientistas descobrem que o metal da arma branca do faraó adolescente não é coisa deste mundo.
Mais um dos mistérios que envolvem o faraó Tutancâmon foi desvendado. Segundo uma pesquisa publicada na revista norte-americana Meteoritics e Planetary Science, o punhal encontrado junto a múmia foi, de fato, feito com material vindo de um meteorito.
Desde 1925, cientistas tentam comprovar as "lendas" egípcias que citavam o "ferro que caiu do céu". Agora testes científicos feitos com técnicas de fluorescência de raios X indicaram que a lâmina contém 10% de níquel e 0,6% de cobalto, concentrações de substâncias encontradas em meteoritos metálicos.
O estudo também confirma o valor que os antigos egípcios davam para o ferro dos meteoritos, usados para a produção de objetos preciosos, como o punhal do faraó.
"O uso esporádico de ferro tem sido relatado na região do Mediterrâneo Oriental desde o período Neolítico até a Idade do Bronze. Apesar da rara existência de ferro fundido, é geralmente assumido que os primeiros objetos de ferro foram produzidos a partir de ferro de meteoritos", diz o artigo. "Nosso estudo confirma que os antigos egípcios atribuíam grande valor ao ferro de meteoritos para a produção de objetos preciosos. Além disso, a alta qualidade da fabricação da lâmina do punhal de Tutancâmon, em comparação com outros artefatos simples feitos de ferro de meteoritos, sugere um domínio significativo da artesania do ferro na época de Tutancâmon."
A pesquisa é fruto de uma parceria ítalo-egípcia e recebeu apoio de universidades italianas de Milão, Turim e Pisa, além do museu do Cairo. 
O faraó Tutancâmon, conhecido como "faraó menino", se tornou a múmia mais famosa do mundo e tem sido alvo de curiosidade de diversos historiadores que desejam desvendar mais mistérios sobre aquele que foi o mais jovem mandatário do antigo Egito. Falecido aos 19 anos, em 1.324 a.C, ele reinou por nove anos. 
O novo achado vem se somar a uma série de fatos extraordinários sobre o faraó, que assumiu o poder aos 9 anos e morreu provavelmente com 19. Seu corpo, descoberto em 1925, foi encontrado com o pênis ereto - não se sabe como ou por que os egípcios o embalsamaram nesse estado.
Outra surpresa é que a análise da múmia revelou que o corpo pegou fogo depois de morto - possivelmente uma combustão espontânea acendida por algum erro no processo químico de embalsamamento. As surpresas não param aí. Este ano, cientistas detectaram sinais de uma câmara secreta na tumba do faraó criança, e agora eles estão em busca de ainda mais tesouros.

Ansa / Denis Russo Burgierman (02/06/2011


3 de maio de 2016

Eliza Battle, o navio fantasma...


                       
O Eliza Battle era um luxuoso barco a vapor que navegava no rio Tombigbee, numa rota entre Columbus, Mississippi e Mobile, Alabama, durante a década de 1850. Foi inaugurado em Indiana em 1852 e que regularmente divertia presidentes e VIPs. 
Em uma noite fria de fevereiro de 1858, quando navegava perto de Pennington, Alabama, o desastre aconteceu.
Um incêndio iniciou em fardos de algodão no convés principal se espalhando rapidamente. Fora de controle o navio afundou. Homens morreram em esforços para salvar suas mulheres e entes queridos e mulheres morreram tentando salvar seus filhos. Foi o maior desastre marítimo da história do rio Tombigbee, com uma estimativa de trinta e três pessoas mortas, dos presumíveis sessenta passageiros e quarenta e cinco tripulantes.
O navio afundou cerca de 8 metros e seus restos permanecem por lá até hoje.
Durante as enchentes da primavera, tarde da noite durante a lua cheia, o barco pode ser visto saindo da água e flutuando no rio, com música e queima de fogos no convés. Às vezes apenas o contorno do navio é avistado.
Dizem que é possível ver uma placa com o nome Eliza Battle ao lado do navio. Pescadores locais acreditam que avistar a embarcação é sinal de tragédia iminente e maus presságios.
Esse desastre e suas consequências viram o Eliza entrar no folclore do sudoeste do Alabama como um navio-fantasma, com inúmeras aparições do navio em chamas a partir do norte de Pennington para Nanafalia rio abaixo.
A história do desastre e do folclore associados viraram ficção em inúmeras histórias publicadas, mais notavelmente em “The Phantom Steamboat of the Tombigbee”, um pequeno conto que faz parte do livro "13 Alabama Ghosts and Jeffrey" (livro publicado em 1969, de autoria da folclorista Kathryn Tucker Windham e Margaret Gillis Figh).


29 de abril de 2016

O relatório dos mortos


O sinistro caso de três pilotos dos aviões bombardeiros Douglas DB-7 Boston que, após uma missão de bombardeiro às defesas alemãs durante a segunda guerra, voltaram para a base com terror impresso em suas faces. O marechal que os recebeu, mandou que eles fizessem logo seu relatório e depois os dispensou para irem descansar e tomar uma cerveja.

Minutos depois o Marechal recebeu a noticia que esses pilotos haviam morrido na tal missão. Esse caso é muito interessante, pois ele deixou provas físicas da manifestação dessas três almas atormentadas, que mesmo depois de mortos redigiram o relatório que continha a forma como morreram na missão.

O caso ainda é um mistério até hoje, pois de forma alguma eles poderiam estar ali, sendo que já haviam morrido horas antes, durante a batalha, muito menos, redigir exatamente o que ocorreu na batalha. A única explicação cabível é que três sósias tomaram o lugar dos pilotos…. porém, em matéria de “hipóteses” essa é ainda mais absurda que a primeira e não leva em consideração de que os sósias teriam que estar presenciando a batalha para saber o que havia ocorrido lá.
Arrepiante, não é mesmo?

26 de abril de 2016

O mal assombrado Castelo de Chillingham


O Castelo de Chillingham é amplamente considerado como um, se não, o lugar mais assombrado da Inglaterra. Tendo mais de 800 anos, o castelo foi construído com um único propósito e um propósito apenas; matar. No coração de Northumberland, o castelo era a primeira linha de defesa, prevenindo os escoceses de chegar a fronteira para invadir a Inglaterra. Ela tem uma verdadeiramente incrível, ainda horrível, história, e por isso é um dos lugares mais mal-assombrados do mundo.
O calabouço é um pequena sala com marcas riscadas na argamassa aonde prisioneiros contavam quantas dias ainda tinham para viver. Eles podiam esperar ter seus braços e pernas quebrados antes de serem jogados 6m abaixo num buraco conhecido como o Oubliette e deixado para morrer, ou por inanição ou pelos ferimentos. Algumas vezes prisioneiros começariam a comer pedaços da carne de outros e até dos seus próprios corpos numa tentativa em vão de prolongar suas vidas. É documentado que se você olhar para baixo através da grelha cobrindo o Oubliette é possível ver os restos de uma jovem garota olhando de volta para você. Esses são os restos da última pessoa morta ali. Muitas pessoas experiênciaram coisas aqui, Orbs tem sido visto e fotografados e algumas pessoas efetivamente sentiram as emoções que a sala emana. A sala tem uma atmosfera depressiva.
Logo a frente há a Câmara de Tortura, praticamente todos os dispositivos de tortura estão em perfeito funcionamento e cada um é tão doentio e cruel quanto os outros. O chão é em forma de declive, assim o sangue naturalmente cai e se concentra para um lado do cômodo. Para milhares de Escoceces, esse foi o último lugar que eles viram. O carrasco aqui era um homem conhecido como John Sage, e ele era uma grande celebridade do seu tempo. Antes de se tornar torturador ele era um dos melhores homens em campo de batalha do Rei Edward. Sage foi ferido um dia, enquanto lutava, sua perna foi ferida e ele não pode mais lutar. Ele implorou para que Edward o mantesse em alguma ocupação e assim ele foi dado o papel de carrasco do castelo. Sage era um homem brutal, ele odiava os escocêses e ele adorava o seu papel, até desenvolvendo alguns dispositivos de tortura ele mesmo.
Há um pote para líquidos ferventes, aparelhos para retirar os olhos, barris cheio de espinhos que teriam prisioneiros amarrados dentro e rolados pelo chão até que a pele era rasgada do corpo e morriam em extrema agonia. Haviam tubos que eram enfiados no estômago de prisioneiros e um rato faminto seria colocado dentro, e a única forma para o rato sair era abrir o seu caminho por dentro da vítima, comendo-o as entranhas. Algumas coisas que os prisioneiros tiveram que aguentar nas mãos desse homem eram inimagináveis. Sage torturava mais de 50 pessoas por semana pelos três anos que ele manteve o trabalho. Há muitas máquinas de tortura em exposição. O guia nos disse que ele nunca vem aqui sozinho, por causa que ele já sentiu uma presença malevolente aqui em mais de uma ocasião.
Como a guerra com os Escoceses estava chegando ao fim, John Sage queria se livrar de todos os escoceses prisioneiros do castelo, então ele juntou todos os homens, mulheres, e adolescentes, levou-os ao pátio e colocou todos numa enorme fogueira. As crianças eram mantidas no quarto de Edward e provavelmente poderiam ver seus parentes serem queimados vivos, eles ouviam os gritos e sentiam o cheiro de carne queimando. Sage sabia que se soltasse as crianças elas voltariam quando adultas para buscar vingança. Então, ele pegou um pequeno machado e foi até o quarto de Edward e brutalmente esquartejou todas as crianças, algumas tão novas como um ano de idade, em pedaços. O machado pode ser visto hoje em dia na parede da escada. O quarto de Edward é um dos mais visitados e as pessoas frequentemente dizem que elas vêem o lustre do teto se mecher sem ser movido. O quarto tem um cheiro imundo e uma estranha atmosfera.
Na câmara de tortura também há um Rack. Sage tinha uma namorada, Elizabeth Charlton, e uma noite, eles faziam sexo no rack quando Sage começou a estrangula-la para aumentar o seu prazer sexual, infelizmente ele foi muito longe e acabou matando-a. O pai de Elizabeth era um membro do Border Reivers, um grupo de líderes tribais e foras-da-lei. Não eram o tipo de pessoas com quem se meter, e claro, eles queriam Sage executado.
Os Border Reivers era uma poderosa organização que comandava um vasto, altamente habilidoso e experiente exército. É registrado que os Reivers se encontraram com Edward Longshanks e o alertou que se ele não executasse Sage eles se uniriam aos Escocêses e lançariam um ataque massivo ao castelo. Nessa época os Escocêses provavelmente ganhariam com o apoio dos Border Rivers.
Como Edward estava virtualmente sem um tostão devido a guerra com os Escocêses, ele foi forçado a chamar Sage para ser executado. Sage foi capturado e pendurado para ser enforcado na frente de uma multidão enorme, no solo do Castelo de Chillingham. Enquanto ele sufocava, a multidão começou a pegar souvenirs, cortando dedos, testículo e nariz do mesmo ainda vivo. Não se sabe o quão longo Sage permaneceu pendurado vivo mutilado antes de morrer. O fantasma de John Sage tem sido visto vagando pelo castelo por muitas pessoas. Outros alegam ter ouvido barulhos de passos seguidos por som de alguém arrastando algo

Ainda falta mais umas parte com alguns outros cômodos e histórias do castelo