27 de dezembro de 2013

Consciência Pós Morte na Ciência

Segundo Carlos Antonio Fragoso Guimarães a Psicologia Transpessoal é a corrente mais avançada em Psicologia que acredita na consciência pós a morte. Segundo Carolina Ioca a Psicologia Transpessoal é um instrumento de pesquisa da natureza essencial do ser. Para ela a energia nunca morre, mas sempre se transforma. A energia seria igual a consciência que seria igual ao infinito.
Aporte a Psicologia, na medicina, uma pesquisa de quase morte feita em dez hospitais da Holanda, pelo dr. Sam Parnia e o dr. Peter Fenwick observou mil e quinhentas pessoas em seu leito de morte. Destas, noventa por cento sofreram ataques cardíacos e dez por cento, foram vítimas de acidentes.
Foram constatadas mortas pois o coração, a respiração e os impulsos cerebrais haviam parado.
Dez por cento destes pacientes, que puderam ser ressuscitados, tiveram certas experiências no tempo em que estavam mortos.
Como exemplo relataram que podiam ver e ouvir o que estava acontecendo na sala onde estavam. Já que haviam sido considerados mortos, como isso pode acontecer? Alguns pacientes reconheceram pessoas que ajudaram na sua ressurreição. Outros se lembram das conversas entre os médicos. Eles enxergavam o que os médicos faziam para trazê-los de volta à vida.
Estas pesquisas são muito curiosas. Como explicar que pessoas devidamente mortas possam ter vivenciado as situações reais que ocorriam no hospital.
Nesta mesma pesquisa alguns pacientes experimentavam inclusive ver e ouvir coisas em outros lugares do hospital. Um deles, relatou que foi até o recinto ao lado e conversou com uma mulher que também estava clinicamente morta.
Um relato impressionante foi que enquanto do lado de dentro os médicos trabalhavam pra ressuscitar um homem, este mesmo homem jura que foi passear, viu um conhecido no parque, o que foi confirmado depois pelo próprio.
Neste mesmo passeio o paciente testemunhou um atropelamento na rua. O atropelado e o paciente chegaram até a conversar. O atropelado sumiu em uma luz, o paciente sentiu uma forte atração para voltar para o hospital.
Os pesquisadores checaram a história na delegacia. O atropelamento aconteceu exatamente como ele falou. Incrível!
A pesquisa foi tão motivadora que os médicos formaram uma fundação para estudos sobre vida pós morte, vista a necessidade de continuar pesquisas em escala maior.

Autor: Dark

24 de dezembro de 2013

Coelho Neto e o espírito da neta falecida.


Retomando o tema da Transcomunicação Instrumental, exponho hoje um caso verificado no ano de 1823, vivido pelo escritor Coelho Neto, um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras. Caso que o levou a converter-se ao Espiritismo e que, publicado pelo “Jornal do Brasil (7/ 06/ 1823), provocou grande alarido nos meios culturais, especialmente porque o célebre escritor era ateu convicto e um combatente obstinado da doutrina kardecista, por considerá-la a mais ridícula das superstições.
Como relata Coelho Neto, numa entrevista intitulada “conversão”, relatou a experiência que tivera e que o impressionara tanto, numa época na qual não se tinha ainda a noção do fenômeno, hoje tão comum da Transcomunicação Instrumental com Espíritos. Vamos ao relato do escritor: “Depois da morte da pequenina Ester, que era o nosso enlevo, a vida tornou-se sombria. Minha mulher, para quem a neta era tudo, não fazia outra coisa senão evocá-la, reunindo lembranças: roupas, brinquedos, etc.
Júlia... Coitada! Nem sei como resistiu à perda do marido e, seis meses depois, a da filha. Pensei perdê-la. Todas as manhãs lá ia ela para o cemitério, cobrir o pequeno túmulo de flores, e lá ficava horas e horas, conversando com a terra, com o mesmo carinho com que conversava com a filha. Ia, depois, ao túmulo do marido e assim vivia entre mortos, alheia ao mais, indiferente a tudo.
Propus mudarmo-nos para Copacabana. Opôs-de. Insistiu em ficar em casa, em que fora feliz e desgraçada, mas onde perduravam recordações do seu tempo de ventura. Temi que a seduzissem para o Espiritismo. No estado de abatimento moral em que ela se achava, seria arriscado perturbar-lhe a razão com prática nigromânticas. As minhas ordens severas foram obedecidas: Júlia passava os dias no quarto, que fora da filha falecida, e de fora ouvíamo-la falar, rir, contar histórias de fadas, exatamente como fazia durante a vida da criança. Tais ilusões eram bálsamos que aliviavam a alma, como a morfina alivia as dores. Cessada a ilusão, o desespero irrompia mais forte. Era assim.
Uma manhã, porém, com surpresa de todos, Julia apareceu-nos risonha. Interroguei-a. Sorriu. Interroguei minha mulher. Nada. Confesso que cheguei a pensar que ela se interessara por Lucílio, que se tornava mais assíduo nas visitas... Já começava a fazer-me tal idéia quando uma noite minha mulher entrou-me pelo escritório, lavada em lágrimas, e disse-me, abraçando-me, que a filha enlouquecera. “Ela está lá embaixo, ao telefone, falando com Ester”. Espantado perguntei: “Que Ester?” - Ora, ora... A filha...
Encarei-a demoradamente, certo que a louca era ela, não Júlia. Como se captasse meu pensamento, ela insistiu: “-Lá está. Se queres convencer-te, vem até a escada. Poderás ouvi-la.” Fui com minha mulher até a balaustrada do primeiro andar. Júlia falava baixo, no escuro. Não conseguíamos ouvir uma palavra. Era um sussurro meigo, cortado de risinhos. O que me pareceu que a conversa era de amor.
Por que dizes que ela fala com Ester? Perguntei à minha mulher. “Porque ela mesma mo confessou e não imaginas com que alegria”. Fiquei estatelado, sem compreender o que ouvia. De repente, numa decisão, entrei no escritório onde havia uma extensão telefônica, levantei lentamente o fone do aparelho, apliquei-o ao ouvido e ouvi. Ouvi minha neta. Reconheci-lhe a voz. Mas não foi a voz o que me impressionou, que me fez sorrir e chorar, senão o que ela dizia.
Ainda que eu duvidasse, com toda a minha incredulidade, havia de convencer-me, tais eram as referências, as alusões que a pequenina voz do Além fazia a fatos, incidentes da vida que conosco vivera. Ouvi toda a conversa e compreendi que nos estamos aproximando da grande era; que o finito defronta o infinito, e das fronteiras que os separam, as almas já se comunicam. Em resposta a indagação que lhe fez um jornalista sobre como consegue D. Júlia pôr-se em comunicação com o espírito da filha, Coelho Neto respondeu: “Quando Júlia deseja comunicar-se com a filha, invoca-a, chama-a com o coração, com o amor e ouve-lhe imediatamente a voz”.
Este fato fez de um perseguidor ferrenho do Espiritismo, um ardoroso defensor do mesmo, um participante entusiasmado nas tarefas do Centro. Hoje sabemos que o fenômeno da transcomunicação Instrumental com os Espíritos faz parte de estudos e de pesquisa em vários países da Europa, nos EEUU e no Brasil.
Coelho Neto testemunhou pessoalmente uma TCI por telefone, entre sua filha viva e a sua neta falecida há poucos meses, e não duvidou da verdade dos que estava acontecendo, em sua própria casa.
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Fonte: Jorge Rizzine, In Escritores e Fantasmas.
Adaptação e postagem de Eva.
                         

23 de dezembro de 2013

Comunicação eletrônica com espíritos.

A comunicação com espíritos desencarnados através de médiuns é hoje uma realidade incontestável e amplamente comprovada. Todavia, desde meados do século XX, vem crescendo muito, principalmente no Brasil, a pesquisa sobre a Transcomunicação Instrumental (TCI). Muitas pessoas ainda ignoram o que vem a ser isto.
A Transcomunicação Instrumental (TCI) é a denominação dada à comunicação com espíritos através do uso aparelhos eletrônicos. Embora possua um ar de vanguarda, este método não é conseqüência da moderna tecnologia e é mais antigo do que se pode supor a princípio.
Já em 1927, o famoso inventor americano Thomas Edison, declarou estar pesquisando um aparelho que lhe permitisse estabelecer contato com os mortos. Apesar dos seus esforços ele não obteve sucesso e apenas em 1959 foram obtidos os primeiros sucessos neste campo, quando Friedrich Jungerson gravou acidentalmente as primeiras vozes de espíritos enquanto tentava gravar gorjeios de pássaros em Molbno, Suécia.
Após a publicação dos trabalhos de Jungerson muitos outros pesquisadores e curiosos passaram a investigar o fenômeno, tendo, o professor Kostantin Raudive conseguido obter mais de 72.000 frases de espíritos gravadas por meios eletrônicos.
Estas pesquisas continuaram evoluindo e em 1978 o americano George Meek conseguiu através do seu invento Spiricom, aparelho que permitia o estabelecimento de diálogo com os espíritos, conversar com um espírito identificado como Dr. Muler. Na década de 80 muitos outros casos de sucesso foram verificados principalmente na Europa.
No Brasil a TCI passou a ser estudada seriamente no final da década de 80, quando a pesquisadora Sônia Rinaldi iniciou um trabalho (no Instituto Brasileiro de Pesquisas Psicobiofísicas, até hoje coordenado pelo Engenheiro Hernani Guimarães Andrade), que é reconhecido internacionalmente.
Ela começou com um gravador comum e um rádio de ondas curtas mal sintonizado de onde recebeu as primeiras mensagens. A partir das primeiras evidências foram se somando outros depoimentos de pessoas que haviam “perdido” entes queridos e receberam destes mensagens através do uso até de telefones celulares. É importante ressaltar a seriedade deste estudo e que várias destas comunicações foram submetidas a exames técnicos para terem sua autenticidade comprovada.
Este fenômeno cresceu tanto que em junho de 2000 a revista Isto É colocou uma matéria de capa falando sobre o assunto e relatando os depoimentos, avanços e estudos sobre a TCI. Dentre outras coisas, fica claro que, se por um lado ainda não é possível uma comprovação absoluta da validade deste tipo de comunicação, por outro também não é possível ignorar este fenômeno nem descartá-lo completamente.
Apesar do caráter de coisa fantástica, a TCI é um fenômeno completamente plausível, pois devemos lembrar que a comunicação com os desencarnados é estabelecida através do pensamento, e que este se realiza através de ondas mentais, e que estas ondas, como qualquer outra onda, podem ser captadas através de um instrumento que lhes capte a freqüência, assim como acontece quando sintonizamos um rádio.
Finalmente, não podemos esquecer que, assim como no passado a mediunidade não era compreendida e muitos classificaram os fenômenos mediúnicos de fraude, bruxaria e coisa do demônio, a transcomunicação ainda é uma ciência em evolução, e o que hoje ainda deixa dúvidas amanhã poderá ser clara realidade.
O intercâmbio entre o plano físico e o plano espiritual cada vez mais se fortalece e comprova que somos espíritos imortais, que nosso estágio na matéria é transitório e que a verdadeira vida é muito mais do que conseguimos enxergar. Nesta jornada de descoberta da nossa essência espiritual a ciência, ao contrario do que muitos acreditam, é uma ferramenta que muito tem a contribuir e impulsionar o homem para mais perto de Deus. (Autor desconhecido).

Segundo Sonia Rinaldi, fundadora da Associação Nacional de Transcomunicadores – ANT – e uma das grandes pesquisadoras do assunto, o Brasil tem hoje os melhores resultados do mundo.
Segundo ela, qualquer pessoa pode desenvolver a TCI. Por isso, informa a pesquisadora, estamos elaborando cursos individuais – ou no máximo para 2 ou 3 pessoas – para que possam aprender as técnicas que usamos. Como no momento isso teria que ser feito em minha casa, tenho que elaborar com calma as coisas. Mas se alguns se interessarem, podem pedir informações através da Caixa Postal 67.005 – CEP 05391-970, São Paulo, SP.
Interessados que venham a escrever para a caixa postal, por gentileza, acrescentar dois selos para resposta... já que a Associação não tem fins lucrativos.
Daremos preferência para associados da ANT (Associação Nacional dos Transcomunicadores) e pais que perderam filhos. Vale lembrar, também, que todos os livros da Associação trazem uma ficha que pode ser enviada para o mesmo endereço.

9 de dezembro de 2013

Passageira Fantasma


Certo dia, um motorista de táxi rodava pela avenida José Bonifácio em frente ao cemitério Santa Izabel quando uma linda jovem fez sinal.
Ele parou e ela pegou o táxi. Eles deram uma volta na cidade e ele a trouxe de volta para o cemitério. Na hora de pagar, ela mandou que ele fosse receber na casa dos seus pais. Deu-lhe o endereço completo.
No dia seguinte, ele foi cobrar o dinheiro. Encontrou a casa, bateu, um senhor veio recebê-lo. Ele disse que viera cobrar o dinheiro pela corrida de táxi que sua filha havia feito.
O senhor ficou todo desconfiado e disse que sua filha não tinha saído à noite.
O susto maior do pai foi quando o taxista deu o nome da moça e disse como ela era e como estava vestida.
O pai disse que não era possível, que a sua filha tinha morrido já a alguns anos.
- Será que errei de casa, diz o motorista.
Então o motorista começou a ver algumas fotos que estavam na parede e disse:
- É aquela moça.
O motorista saiu perplexo, quase louco, sem saber o que tinha acontecido na noite anterior.


7 de dezembro de 2013

A moça na estrada...


Conta à lenda que, uma jovem muito bonita chamada Teresa Fidalgo, morreu em 1983, num acidente trágico, na cidade de Sintra, Portugal.
Inconformada com sua morte prematura, ela queria que todos morressem também.
Depois de anos, 3 jovens, Thiago, Tânia e David, estavam andando de carro próximo ao local onde Teresa Fidalgo havia morrido.
David estava filmando a viagem, quando de repente, avistaram uma bela jovem, à beira da estrada, pedindo carona.
Eles pararam o carro e deram carona para a garota, mas nem imaginavam que se tratava de um espírito maligno e atormentado.
Se apresentaram, e a garota disse que se chamava Teresa Fidalgo.
David direcionou sua câmera para Teresa e começou a filma-la sem parar, pois ficara encantado com sua beleza.
Quando chegou num certo ponto da estrada, Teresa pediu que eles encostassem o carro, dizendo que era ali que ela deveria saltar.
Quando Teresa viu que estavam no mesmo local onde ela morreu ,ela começou a gritar assustadoramente. O susto foi tão grande que o carro capotou varias vezes.
Thiago e Tânia faleceram no acidente, mas David, o dono da câmera, sobreviveu.

Assustado e traumatizado com o acidente e com a morte de seus amigos, David sequer conseguia dar maiores detalhes sobre o porque do carro ter capotado daquela forma.
David contou aos policiais que haviam parado na estrada para dar carona a uma garota chamada Teresa Fidalgo e que ela também estava no carro na hora do acidente.
Só que a policia não encontrou seu corpo e nem vestígios de que realmente havia uma quarta pessoa dentro do carro.
A polícia investigou o caso, mais não conseguiu encontrar nada, a não ser o fato de que uma jovem chamada Teresa Fidalgo tinha morrido naquele mesmo local há muitos anos atrás, em 1983.
David, conseguiu salvar seu vídeo, e postou no Youtube.
A história ganhou tanta repercussão que envolveu até autoridades locais que convidaram peritos para verificar se o vídeo possui algum fato verídico ou não.

Verdade ou mentira? Lenda ou sobrenatural?

5 de dezembro de 2013

O Tenebroso Cemitério de Escravos


Que histórias de assombrações habitam o imaginário de crianças e adultos, não é novidade.Entretanto, nunca imaginamos que aconteceria conosco. Tudo ocorreu em nossa fazenda no município de Carpina, no interior de Pernambuco. Essa fazenda está na família desde o tempo dos engenhos de cana-de-açúcar, quando o sistema escravista ainda era dominante.
O marasmo dos dias na fazenda era quebrado com longos papos sobre assombrações, até que um dia aconteceu o inesperado. Estávamos todos sentados no terraço; era tarde, quase meia noite, quando ouvimos gemidos de dor aterrorizantes. No começo, pensávamos ter sido apenas alucinações, até que nossa avó chegou. Estava apavorada, achando que algo de ruim havia acontecido com alguma de nós.
Quando percebeu que todas estavam bem, lembrou de uma lenda antiga, contada pelo administrador da fazenda. Ele dizia que, em certas noites, um homem negro, muito alto e forte, usando roupas surradas, aparecia próximo ao matadouro da fazenda. E aquela não foi a única noite em que ouvimos os gemidos. Ainda durante aquelas férias, depois de uma noite em que os lamentos foram mais intensos, apareceu um boi morto, sem nenhum motivo aparente.
Passado algum tempo, nossa avó resolveu construir uma piscina, entre a casa e o matadouro. Ao começarem as escavações, foram achadas varias ossadas humanas. Ficamos curiosas e resolvemos pesquisar sobre o passado da fazenda. Fomos falar com a pessoa mais velha da família: uma tia-bisavó. Essa nos contou que o local escolhido para ser construída a piscina era exatamente o lugar onde havia um cemitério de escravos!
Mesmo sabendo da existência deste cemitério, resolveram construir a piscina. Depois que a piscina ficou pronta, os barulhos noturnos só pioraram. Além dos gemidos, barulho de correntes são ouvidos...





20 de novembro de 2013

Família atacada por suposto poltergeist na França






Uma família na França teve que se mudar por causa de ferimentos causados pela atividade de poltergeists.
A casa em Mentque-Nortbecourt tem sido o local de muitos distúrbios paranormais incluindo objetos sendo jogados ao redor por uma entidade invisível.
Um membro da família foi hospitalizado no início deste mês após o "poltergeist" acertar no rosto de uma das pessoas com uma cadeira e jogar uma saboneteira em suas costas.
Em outro incidente, que teve lugar na semana passada, um amigo da família também acabou no hospital depois de ser atingida por pedras.
Em um esforço para acabar com a atividade, um exorcista da diocese local vinha fazendo visitas freqüentes à casa.
Enquanto isso, as autoridades forneceram a família com alojamento temporário e acredita-se que eles estejam agora à procura de uma nova casa.
A família francesa disse que eles têm ferimentos sustentados de objetos voadores em sua casa, que eles acreditam ser assombrada por fantasmas.

Escrito por M.F. Luder 

1 de novembro de 2013

Cinco estórias de crianças criadas por animais...


Elas não tiveram o apoio e a criação de pais humanos, e foram “adotadas” por animais que passaram as considerar como membros do grupo. Casos de crianças criadas por animais, além de despertar grande curiosidade e levar à criação de lendas, levantam uma questão: seríamos nós, resultado exclusivo dos nosso genes, ou as experiências sociais que vivemos determinam o nosso comportamento?

Reflita sobre o tema conhecendo alguns casos que separamos de crianças criadas por animais: 

1. Oxana Malaya

Filha de pais alcoólatras, Oxana, nascida em 1983, passou grande parte da sua infância, dos 3 até os 8 anos, vivendo em um canil no quintal da casa da família em Novaya Blagoveschenka, da Ucrânia. Sem atenção e acolhimento dos pais, a menina encontrou abrigo entre os cães e se refugiou num barracão habitado por eles nos fundos da casa. Isso fez com que a menina aprendesse seus comportamentos. O vínculo com a matilha de cães era tão forte que as autoridades que vieram para salvá-la foram expulsas na primeira tentativa pelos cães. Suas ações eram iguais aos sons de seus cuidadores. Ela rosnou, latiu, andou por todos os lados como um cão selvagem, cheirou a comida antes de comer, e foi encontrado nela sentidos extremamente aguçados de audição, olfato e visão. Ela só sabia dizer “sim” e “não” quando ela foi resgatada. Quando foi descoberta, Oxana achou difícil de adquirir habilidades sociais e emocionais humanas . Ela tinha sido privada de estimulação intelectual e social, e seu único apoio emocional veio dos cães que ela vivia. Quando foi encontrada em 1991, mal conseguia falar.
Desde 2010, Oxana reside em um lar para deficientes mentais, onde ela ajuda a cuidar das vacas na fazenda da clínica. Ela afirma que é mais feliz quando está entre os cães. 


2. John Ssebunya

Depois de ver sua mãe sendo assassinada pelo seu pai, um garoto de 4 anos, chamado de John Ssebunya fugiu para a floresta. Ele foi encontrado, em 1991, por uma mulher chamada Millie, integrante de uma tribo de Uganda. Quando foi visto pela primeira vez, Ssebunya estava escondido em uma árvore. Millie voltou para o vilarejo onde vivia e pediu ajuda para resgatá-lo. Ssebunya não apenas resistiu como também foi defendido por sua família adotiva de macacos. Quando foi capturado, seu corpo estava recoberto por ferimentos e seus intestinos infestados por vermes. No começo, Ssebunya não sabia falar e nem chorar. Depois, ele não apenas aprendeu a se comunicar como, também, aprendeu a cantar e tomou parte em um coral infantil chamado Pearl Of Africa “Pérol".

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25 de outubro de 2013

O mistério do cão fantasma.

No interior de Minas contam uma história de um sujeito que perdeu-se em uma mata. Ficou vagando por dias, sem água ou comida. Todo maltrapilho e à beira da morte viu de longe em uma clareira um cão que latia para ele. Por um momento pensou que fosse uma alucinação causada pelo seu estado debilitado. Chegando mais perto, pode ver que se tratava de um cão de verdade que se afastava a passos lentos cada vez que o sujeito se aproximava.

Pensou então com ele: "Se há um cachorro aqui, devo estar perto de alguma habitação. Alguém deve morar por perto. Vou segui-lo."

Andou na direção do animal, que se afastava como que mostrando um caminho para o homem. Após alguns horas o sujeito pode ver uma pequena casinha mal construída, feita de barro e palha, onde um casal sentado à porta, conversava sobre amenidades.

Feliz e desesperado, o homem correu na direção dos dois moradores, sentindo-se salvo.

Assustados, os dois receberam o homem tentando entender o que havia se passado. Depois de beber um pouco d'água e se recuperar, o sujeito contou a história, falando do cachorro que o havia guiado pela mata até o local onde estava agora.

Entreolhando-se, os dois moradores desconfiaram da história, dizendo que não havia nenhum cachorro pelas redondezas. Ele, então, se propôs a levar os dois céticos ao local onde havia visto o cachorro pela primeira vez.

Ao chegar lá, nada viram a não ser uma cruz sobre uma cova rasa, que o morador informou tratar-se do túmulo do filho, que havia sido assassinado por uma matilha de lobos.

(Autor desconhecido)




Aspectos do gótico nos contos de Alvaro de Azevedo


Influenciado pelas obras de Lord Byron, Álvares de Azevedo foi o maior representante da Segunda Geração Romântica- Os Ultra-româticos. Sua prosa apresenta o noturno, o aventuresco, o macabro, o satânico, o incestuoso, os elementos do romantismo maldito que segue a linha gótica . Abrangem o amor e a morte sob uma perspectiva exacerbadamente egocêntrica.
Mais do que em outras gerações do romantismo, o ultra-romantismo se destacou através do sentimentalismo excessivo e sombrio. Além disso, vários de seus autores tiveram a existência marcada pelo sofrimento, e um reconhecimento literário póstumo.
Assim também foi a trajetória do mais famoso ultra-romântico brasileiro: Álvares de Azevedo viveu e escreveu sob a tétrica fluência Byroniana, falecendo precocemente no dia 25 de Abril de 1852, antes de completar 21 anos. Enquanto seu corpo era sepultado, o amigo Joaquim Manuel de Macedo recitava "Se Eu Morresse Amanhã"; obra escrita por Álvares de Azevedo poucos dias antes. Mas o poeta teria pressentido sua morte? A obra do poeta apresenta elementos próprios da literatura gótica:

SOLFIERI

Sabeis-lo. Roma e a cidade do fanatismo e da perdição: na alcova do sacerdote dorme a gosto a amásia, no leito da vendida se pendura o Crucifixo lívido. É um requintar de gozo blasfemo que mescla o sacrilégio a convulsão do amor, o beijo lascivo a embriaguez da crença!
Era em Roma. Uma noite a lua ia bela como vai ela no verão pôr aquele céu morno, o fresco das águas se exalava como um suspiro do leito do Tibre. A noite ia bela. Eu passeava a sós pela ponte de as luzes se apagaram uma por uma nos palácios, as ruas se faziam ermas, e a lua de sonolenta se escondia no leito de nuvens. Uma sombra de mulher apareceu numa janela solitária e escura. Era uma forma branca.—A face daquela mulher era como a de uma estátua pálida a lua. Pelas faces dela, como gotas de uma taça caída, rolavam fios de lágrimas.
Eu me encostei a aresta de um palácio. A visão desapareceu no escuro da janela e daí um canto se
derramava. Não era só uma voz melodiosa: havia naquele cantar um como choro de frenesi, um como gemer de insânia: aquela voz era sombria como a do vento à noite nos cemitérios cantando a nênia das flores murchas da morte.
Depois o canto calou-se. A mulher apareceu na porta. Parecia espreitar se havia alguém nas ruas.
Não viu a ninguém—saiu. Eu segui-a.
A noite ia cada vez mais alta: a lua sumira-se no céu, e a chuva caía as gotas pesadas: apenas eu
sentia nas faces caírem-me grossas lágrimas de água, como sobre um túmulo prantos de órfão..
Andamos longo tempo pelo labirinto das ruas: enfim ela parou: estávamos num campo.
Aqui, ali, além eram cruzes que se erguiam de entre o ervaçal. Ela ajoelhou-se. Parecia soluçar: em
torno dela passavam as aves da noite.
Não sei se adormeci: sei apenas que quando amanheceu achei-me a sós no cemitério. Contudo a
criatura pálida não fora uma ilusão—as urzes, as cicutas do campo santo estavam quebradas junto a uma cruz.

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18 de outubro de 2013

O Misterioso desaparecimento do escoteiro...

O caso a seguir é sobre um desses desaparecimentos misteriosos que deixaram marcas de espanto e medo em diversas pessoas, sendo que até os dias de hoje nenhuma indicação do que tenha realmente ocorrido tenha sido descoberto!
Foto de Marco Aurélio, e seu pai com o cartaz de "Procura-se", na época do seu misterioso desaparecimento.
No dia oito de junho de 1985, um grupo de cinco pessoas, sendo quatro garotos do grupamento de Escoteiros Olivetanos, cujo número de designação era 240, mais o seu instrutor e líder, subiram rumo ao Pico dos Marins próximo à cidade de Piquete no estado de São Paulo, mas somente quatro dos participantes dessa trilha retornaram.
Um deles, o escoteiro Marco Aurélio desapareceu de uma forma misteriosa e de certa forma "Sobrenatural", sem deixar qualquer tipo de pista ou rastro.
Iniciava-se nesse momento um dos maiores mistérios indecifráveis conhecidos no Brasil, o "Desaparecimento do Escoteiro Marco Aurélio Simon."
O pai de Marco Aurélio Simon, Ivo Simon, conta que seu filho tinha 15 anos quando desapareceu.
Marco Aurélio estava em uma excursão no Pico dos Marins, junto a seu grupo de escotismo, quando um dos escoteiros se machucou.
Marco Aurélio, como monitor da equipe, se ofereceu para ir à frente do grupo abrindo caminho e em busca de socorro.
O escoteiro partiu para sua missão, e desapareceu por completo, sem deixar qualquer vestígio.
Até os dias de hoje, com mais de 25 anos do seu desaparecimento, a família ainda sofre com a incerteza sobre o destino de Marco Aurélio, embora mantenha viva a esperança de reencontrá-lo.
O Pico dos Marins fica situado no município de Piquete, no estado de São Paulo, localizado na Serra da Mantiqueira, possui 2.420,7 metros de altitude a nível do mar, e é considerado o 2º maior pico do estado de São Paulo.
Para ser atingido é necessário subir encostas rochosas íngremes, porém é possível sua ascensão sem a utilização de equipamentos especiais.
O jornalista Ivo e sua esposa não acreditam na morte do filho desaparecido. "Em nenhum momento eu considerei meu filho morto", diz Neuma.
Foi em 8 de junho de 1985 que Marco Aurélio, acompanhado de mais quatro escoteiros e do guia, saiu de casa para uma excursão ao Pico dos Marins.
A viagem seria um teste para graduação dos escoteiros como "Sênior", caso conseguissem completar satisfatóriamente a missão.

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Quando o grupo subia em uma das trilhas íngremes que existem na região, em direção ao Pico dos Marins, um dos garotos, Osvaldo Lobeiro, sofreu uma luxação no joelho, impedindo o grupo de prosseguir o trajeto.
Com o objetivo de ajudar, o escoteiro Marco Aurélio Simon se ofereceu para ir na frente do grupo, abrindo caminho para passagem do amigo acidentado, e também para ver se encontraria alguma ajuda o mais rápido possível.
Com o consentimento do líder do grupo, Juan Bernabeu Céspedes, Marco Aurélio partiu na trilha em direção ao acampamento onde haviam se instalado, mas a partir desse momento, o garoto nunca mais foi visto, desapareceu por completo.
Durante 28 dias, policiais civis e militares vasculharam o pico a pé e com helicópteros.
Nenhum corpo, nenhum pedaço de roupa ou rastro na terra foram achados. Foi como se Marco Aurélio tivesse "evaporado".
A polícia procurou tão bem e de forma tão minunciosa, que um soldado perdeu uma faca no meio do mata e, na busca do dia seguinte, ela foi encontrada. Mas não houve pistas do meu filho, diz a mãe.
A família desesperada percorreu o País em busca de todo tipo de notícia que chegava de Marco Aurélio
Certa vez, um delegado perguntou se os pais acreditavam em discos voadores e sugeriu que fossem a Brasília e falassem com um general da Aeronáutica, conhecedor de fenômenos extraterrestres.
O general disse que podia se comunicar com ET's por telepatia. Desesperados e fazendo qualquer coisa para ter seu filho de volta, os pais disseram a ele que pedisse aos ET's a devolução do filho. Nunca houve resposta por parte do General.
A tragédia que abalou a família de Ivo também comoveu o país, que acompanhou pela imprensa e pela televisão a busca desesperada por Marco Aurélio. Durante 28 dias, mais de 300 pessoas entre voluntários, bombeiros e equipes especializadas em salvamento e busca na selva vasculharam a região do Pico dos Marins, sem sucesso.
O desaparecimento misterioso de Marco Aurélio e o fato de não conseguirem encontrar nenhum tipo de vestígio do escoteiro deixou perplexos os homens que participaram das buscas, bem como as autoridades envolvidas.
Nâo foram encontrados rastros, marcas, roupas ou pertences como faca, cantil ou canivete. Nada foi encontrado. Foi como se ele nunca estivesse estado naquele local. Seu desaparecimento transformou-se em um enigma até os dias de hoje.
O grupo chegou à cidade de Piquete no dia 06 de junho de 1985, uma quinta-feira. Os escoteiros do grupo Olivetano então se dirigiram à propriedade do Sr. Afonso Xavier, um conhecido guia local com mais de 50 anos de experiência em guiar turistas ao Pico dos Marins, onde montaram acampamento e realizaram diversas atividades própias do escotismo. O acampamento se tornou a "Base" dos escoteiros para sua missão.
Daquele local, onde estavam acampados, partiriam para a trilha em direção ao "Pico dos Marins". A viagem não trazia nenhum desafio excepcional, pelo contrário: o Pico dos Marins já era um destino bastante procurado por turistas e aventureiros.
Nem escalada estava incluída no passeio. Para chegar ao topo do morro, bastava fôlego para subir uma trilha aberta na década de 30.
No dia 07/06/1985 (Sexta-Feira), os escoteiros, liderados por Juan Bernabeu Céspedes, iniciaram os preparativos para a subida ao cume, que só ocorreria na manhã seguinte.
Certo da facilidade do trajeto, Juan Bernabeu dispensou o guia (Sr. Afonso) que seguiria a trilha com o grupo.
No dia seguinte (08/06/1985), os escoteiros começaram a caminhada em direção ao cume do Pico dos Marins. Quando o grupo estava entre o "Morro do Careca e o Pico dos Marins", um dos escoteiros, Osvaldo Lobeiro, sofreu uma luxação no joelho. Devido à esse problema, todos desistiram da subida e decidiram retornar ao acampamento. Então foi improvisada uma maca para transporte do escoteiro Osvaldo Lobeiro, mas ela não ficou adequada, então todos resolveram levá-lo de volta apoiado nos ombros de seus amigos, e começaram a descida de volta.
Antes da descida, Marco Aurélio, o qual tinha mais experiência entre os integrantes do grupo, e também era o monitor da equipe, pediu para ir na frente com o objetivo de abrir o caminho para que os companheiros conseguissem passar com mais facilidade, tendo em vista que até aquele momento havia previsão de que o escoteiro ferido seria transportando em uma maca.
O líder do grupo, Juan Bernabeu, autorizou a descida de Marco Aurélio, mas orientou que ele livasse um giz para marcar durante seu trajeto, o número "240", que era o número do Grupo de Escoteiros Olivetanos ao qual eles pertenciam.
Marco Aurélio partiu então para a descida. Eram 14:30' do sábado, 08 de Junho de 1985, último momento em que o escoteiro Marco Aurélio Simon foi visto.
Algum tempo depois, o restante do grupo transportando o ferido também parte para a descida.
O grupo então passa por três pedras, e encontra as marcas "240", feitas por Marco Aurélio, mas após a terceira pedra, surge uma bifurcação, com trilhas à esquerda e a direita.
O grupo então percebeu que Marco Aurélio havia ido pela trilha da esquerda, mas nesse trajeto haviam obstáculos, fazendo com que não fosse possível passar com o ferido, pois estavam levando Osvaldo Lobeiro apoiado nos ombros.
Nesse momento o líder do grupo, Juan Bernabeu, decide pegar então a trilha da direita, sendo que todos o questionam, pois Marco Aurélio havia pego a trilha da esquerda.
Como resposta, Juan diz que não havia problema, pois eles se cruzariam mais à frente, e seguem a trilha determinada (da direita).
Devido à essa decisão, o caminho se tornou mais longo, fazendo com que todos só chegassem de volta ao acampamento à 05:30' da manhã do dia seguinte, levando aproximadamente 15 horas para cumprir o trajeto.
Todos imaginavam que encontrariam Marco Aurélio talvez dormindo na barraca do acampamento, mas ao chegarem encontraram a barraca vazia com os pertences do amigo perdido intactos.
Todos estranharam e ficaram preocupados e assustado, pois caminho que ele deveria ter feito, já seria tempo de ter chegado ao acampamento.
Na manhã seguinte, o líder decidiu voltar às trilhas percorridas, com o objetivo de encontrar Marco Aurélio, mas retornou 5 horas depois, sem suceso. Nenhum vestígio do garoto foi encontrado.
Com o comunicado do desaparecimento de Marco Aurélio Simon, uma grande busca foi realizada incessantemente durante os trinta dias seguintes ao fato, contando com mais de 300 pessoas, entre soldados e oficiais da Polícia Militar, Batalhão de Infantaria do Exército sediado em Lorena, bombeiros, cães farejadores, alpinistas, mateiros, guias, voluntários e equipes especializadas em salvamento e busca na selva; parapsicólogos, sensitivos, videntes e cartomantes chegaram a participar dos esforços.
Também foram utilizados helicópteros e até um avião da força aérea, o qual sobrevoou a região tirando fotos com o objetivo de conseguir alguma pista sobre Marco Aurélio.
A região foi completamente vasculhada e sobrevoada por helicópteros e aviões, mas sem sucesso.
Nada, nem uma única marca ou minúscula pista foi encontrada. Marco Aurélio havia "evaporado".
O desespero da família Simon, principalmente da mãe de Marco Aurélio, Thereza Neuma Bezerra Simon, comoveu a população de Piquete, onde foi montada a base de busca, a ponto de a prefeitura cancelar as festividades de aniversário.
Até os dias de hoje, Ivo Simon diz acreditar que seu filho não foi morto.
O jornalista reclama também da falta de apoio da União dos Escoteiros do Brasil e agradece a solidariedade que recebeu de todos os cantos do país.
"Isso é reconfortante e ajuda a nossa família a ter esperanças de encontrar Marco Aurélio vivo um dia."
Marco Aurélio Simon era um garoto curioso. Tudo o que fugia do convencional despertava seu interesse. Na adolescência, além de se dedicar ao escotismo, chegou a fazer um curso de detetive por correspondência, tamanho era o seu interesse pelos mistérios do mundo.
Mas foi a sua própria história que acabou se tornando um dos mais intrigantes enigmas ocorridos em
terras brasileiras.
Durante quase um mês, cerca de 300 policiais participaram da busca pelo escoteiro no Pico dos Marins. “Foi uma das maiores buscas já realizadas no país, mas nada foi encontrado. Nenhuma faca, nenhuma peça do vestuário do Marco Aurélio. Nada”, diz Ivo Simon, pai do escoteiro.
O inquérito policial foi arquivado em 1990, sem ter chegado a nenhuma conclusão.
Algumas das hipóteses levantadas na época para o mistgerioso desaparecimento foram as seguintes: ele teria sido assassinado pelo líder (esta foi a primeira possibilidade levantada pela polícia, que depois a descartou porque Juan não tinha instrumentos capazes de matar o garoto e sumir com o corpo).
Outra teoria é de que Marco Aurélio teria caído em algum buraco (se isso tivesse ocorrido, o cheiro do corpo em putrefação teria chamado a atenção dos cães farejadores que participaram da busca, o que não ocorreu) ou simplesmente fugido (nenhum morador da cidade ou dos arredores viu o escoteiro).
A quarta hipótese é de que ele poderia ter sido "abduzido" (levado por extraterrestres).
O Pico dos Marins é considerado uma região com muito poder magnético, o que, segundo místicos, atrairiam naves extraterrestres.
Por isso, a família até procurou ufólogos, que também não souberam explicar o que havia acontecido.
Com o fracasso das investigações, a família passou a contar com o apoio de místicos, religiosos e ufólogos.
“Fomos a umbandistas, parapsicólogos, espíritas. A maioria diz que ele está vivo”, conta Ivo.
Quando procuraram o famoso médium Chico Xavier, o qual morreu no ano de 2002, tiveram a seguinte resposta: “Só me comunico com pessoas que desencarnaram, e não com os vivos”.
Por conta disso tudo, a família Simon acredita que o rapaz ainda está vivo, e acompanha como seria a fisionomia do filho pelas transformações no rosto de Marco Antonio, irmão gêmeo univitelino de Marco Aurélio.
A gente não tem mais onde buscar, mas se alguém me disser algo, der alguma pista, nós vamos atrás, não entregamos os pontos.
O que me tortura é esse mistério, é não saber o que aconteceu com meu filho”, desabafa Ivo Simon.
Marco Aurélio tem um irmão gêmeo idêntico, chamado Marco Antonio, e de acordo com a passagem do tempo, principalmente os pais de Marco Aurélio ficam imaginando como estaria seu filho na atualidade, observando seu outro filho, Marco Antonio.


Marco Antonio, irmão gêmeo de Marco Aurélio em foto tirada aproximadamente no ano de 2006. Nessa época Marco Aurélio deveria estar com essa aparência.
Na segunda noite de buscas, os garotos que estavam com Marco Aurélio, em conjunto com o líder do grupo (Juan Bernabeu) e mais algumas outras pessoas estavam se preparando para suas acomodações e dormir, ouviram primeiro um grito na mata próxima, sendo que após o grito surgiu o som de um apito.
Todos se espantaram, pois Marco Aurélio como escoteiro usava um apito, que é um instrumento de auxílio para ajudar a localização de uma pessoa perdida ou em dificuldades na mata.No momento do som do apito, todos saíram do casa onde todos estavam alojados, que era do Sr. Afonso que era um guia local, e se dirigem em direção à mata, onde havia surgido o som, e de repente se deparam com flash's de luzes azuis, as quais se acenderam e se apagaram por três vezes.
Após esse incidente, o líder do grupo, Juan Bernabeu, também pega seu apito e vai em direção à mata e começa à soprá-lo, solicitando um retorno, mas nada acontece, somente silêncio.Em consulta, os estudiosos de assuntos ufológicos disseram que nesse momento foi o instante em que Marco Aurélio pode ter sido abduzido por extraterrestres, devido aos detalhes do fenômeno.O fato citado acima foi verídico, e consta no processo policial sobre o desaparecimento de Marco Aurélio.

O mistério do navio Ourang Medan

O que iremos aqui relatar, é baseada nos fatos que foram contadas em jornais da das décadas de 40 e 50 e publicações extras em sites do mundo todo. O enredo da historia se passa em um navio Holandês, pelo qual acontece fatos misteriosos e muitos acontecimentos que nunca foram revelados. Na década de 40,foi construído um navio holandês, no qual recebeu o nome de Ourang Medanm pelo qual em tradução livre, isso significaria algo como o “Homem de Medan”. Medan é considerada a maior cidade de Sumatra, uma das ilhas da Indonésia, embora o navio tenha tido origem na Holanda, ele passou pelos estreitos de Malaca, perto da Sumatra, que ficou mundialmente famoso por darem passagens para embarcações sem nenhum problemas e contribuírem para a comercialização de marfim, tecidos, perfumes e pedras preciosas.
O dia estava acontecendo normalmente, como todos os outros, até que foi feito um pedido de SOS, no qual o choque foi grande quando a mensagem foi decifrada, e o que se entendeu era “Todos os oficiais, incluindo o capitão, estão mortos, caidos na sala dos mapas e na ponte. Possivelmente toda a tripulação está morta”. Conseguindo a atenção de muitas pessoas que estavam na frente de terminais de rádio a mensagem continuou, desta vez uma sequência de código morse sem sentido que finalmente foi seguida por um “eu morro”". E então silêncio.
Após receber as mensagens, rapidamente a equipe de salvamento, estavabuscando encontrar a localização do navio mais perto a este, para poder assim verificar o que tinha ocorrido. Após alguns minutos, o navio Silva Star, era o que estava mais próximo dele, então a pedido das autoridades, ele foi verificar o que acontecia de errado. A tripulação inglesa quando chegou ao local, se deparou com um mar calmo, sem ondas e sem qualquer sinal de vida por perto, sendo assim fizeram sinais, tentaram contato por rádio, tocaram a buzina, mas ninguém respondeu.
A equipe de resgate da Silva Star, se prepara para entrar no navio, para verificar os fatos, e após fazer isso, eles encontram toda a tripulação do navio mortos, de uma forma misteriosa, nenhum deles apresentava ferimentos, ou lesões, apenas um rosto assustador, com uma face demonstrando medo. A tripulação do resgate então, decidiu rebocar o navio para terra para assim ser feitos os estudos, e descobrirem o que tinha acontecido, porém no meio do caminho, o navio explode misteriosamente e afunda muito rápido, levando ao fundo todos os corpos, e mantendo segredo do que ali tinha acontecido.
Até hoje, nada foi encontrado, e nenhuma informação concreta sobre este caso foi descoberto, sendo que existem grandes teorias em voltas disso, algumas delas seriam que algum gás possa ter escapado no navio e matando a todos, outras seriam através de ataques de piratas, que teriam matado toda a tripulação com lacrimogênio e depois sabotado o navio para explodir, outros falam sobre deuses que desceram do céu em naves espaciais e mataram toda população, e existe outras milhares de teorias, embora ninguém saiba o que realmente aconteceu, é um grande mistério que permanece no ar desde junho de 1947.




Um pedaço do Brasil submerso


Geólogos brasileiros anunciaram nesta segunda-feira (6) que foram encontrados, a 1.500 km da costa do Rio de Janeiro, indícios de que estaria ali um pedaço de continente que submergiu durante a separação da África e da América do Sul, época em que surgiu o Oceano Atlântico.

De acordo com Roberto Ventura Santos, diretor de geologia de recursos minerais do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), há dois anos, durante um serviço de dragagem (retirada de solo oceânico para análise) na região do Elevação do Rio Grande -- uma cordilheira marítima em águas brasileiras e internacionais -- foram encontradas amostras de granito, rocha considerada continental.

Ele explica que, inicialmente, levantou-se a hipótese de que o recolhimento de tais amostras fora engano ou acidente. No entanto, no último mês, uma expedição com cientistas do Brasil e Japão, a bordo do equipamento submersível Shinkai 6.500, observou a formação geológica que está em frente à costa brasileira e, a partir de uma análise, passou a considerar que a região pode conter um pedaço de continente que ficou perdido no mar por milhões de anos.

“Pode ser a 'Atlântida' do Brasil. Estamos perto de ter certeza, mas precisamos fortalecer essa hipótese. A certificação final deve ocorrer ainda este ano, quando vamos fazer perfurações na região para encontrar mais amostras”, explicou Ventura ao G1.

O diretor do CPRM não especificou a idade dessas rochas, no entanto, contou que os pedaços de crosta continental que foram encontrados são mais antigos que as rochas encontradas no assoalho oceânico, nome dado à superfície da Terra que fica abaixo do nível das águas do mar.

De acordo com Ventura, o próximo passo será enviar ao governo brasileiro uma solicitação para que o país reclame a área, que está em águas internacionais, junto à Autoridade Internacional de Fundos Marítimos (ISBA, por seu sigla em inglês), organismo ligado à Organização das Nações Unidas, para que seja realizada no local prospecção de recursos minerais e estudos relacionados ao meio ambiente.





Os Enigmas de Agarta e Shamballah

Sob esse enfoque, muitos dos aspectos absolutamente "divinos" para o homem podem permanecer enquadrados num plano certamente superior ao "terrestre", mas inferior também ao "divino". Resta muito a aprender. E muito a retificar"
(Andreas Faber Kaiser)

O cientista, pesquisador e arqueólogo - além de tudo detentor do Prêmio Nobel - Dr. Walter Alvarez (direita) tem percorrido todo o planeta em busca de explicações para coisas misteriosas. Foi, contudo, na Grande Pirâmide de Gizé, no Egito, que ele encontrou a maior e mais misteriosa de todas elas. Em 1969, juntamente com um grupo de cientistas, colocou ao redor dela detectores de raios cósmicos e sofisticados instrumentos de medição acoplados a um potente computador IBM-1130. O computador, contudo, simplesmente enlouquecia, divulgando relatórios erráticos e dados aleatórios - como que profundamente alterado pela interferências das poderosas e além de tudo desconhecidas forças que comprovadamente ali atuam! Um daqueles cientistas, o Dr. Gohed, encarregado da operação do tal computador, completamente perplexo, assim declarou no seu relatório: "As pedras parecem desafiar as leis da Ciência e da Eletrônica. Sendo assim, só nos resta supor que, ou bem a geometria da pirâmide contém um erro substancial que afeta as nossas leituras, ou existe um mistério que está além de qualquer explicação possível e ao qual se pode chamar, segundo o gosto de cada um, feitiçaria, magia ou maldição dos faraós, mas que sem dúvida alguma constitui um desafio às leis da Ciência!"
A Grande Pirâmide (ao centro) apresenta outros estonteantes mistérios. Um deles é a enorme quantidade - mais de 2.600.000 - blocos rochosos perfeitamente cortados e simetricamente ajustados, unidos sem qualquer tipo de argamasssa, que se elevam a 146 metros de altura. Outro cientista, o Dr. Joseph Davidovits, em uma conferência realizada pela Associação Internacional de Egiptologia em 1983, fez uma espantosa revelação: através das suas extensas análises efetuadas nesses blocos rochosos detectou bolhas de ar e fragmentos de tecido humano NO INTERIOR de um deles! Davidovits revelou que essas bolhas de ar são as MESMAS que encontramos nos nossos tradicionais cimento ou cerâmica....O que em outras palavras equivale a dizer que tais blocos de pedras foram artificialmente fabricados e moldados, através de processos desconhecidos!!! E o tecido humano encontrado bem no interior daquele bloco era justamente o resto de um braço humano, talvez do operário que há milênios sem conta estave presente na sua fabricação e sofrera uma acidente! E não é só isso: para provar aquilo que dizia e também tapar a sempre ferina boca dos céticos que o ridicularizaram, o Dr. Davidovits fabricou pedra sintética no seu laboratório em Saint Quentin (França), usando materiais mais ou menos semelhantes aos empregados pelos remotos construtores, obtendo assim as mesmas características daquelas empregadas na Grande Pirâmide!
E não é somente isso! O Egito guarda outros profundos mistérios que se situam para muito além da nossa imaginação. É sabido (porém nunca divulgado) que todo o seu território é percorrido de norte a sul por uma vasta rede de túneis e câmaras subterrâneas, obviamente elaborados por uma antiqüíssima e desconhecida civilização - onde certamente se escondem os seus verdadeiros segredos - e que por sinal dizem respeito à desconhecida História do nosso planeta! O nosso ponto de partida, pois, será exatamente a Esfinge, repleta de túneis no subsolo, guardiã suprema desses segredos, que nos remeterá a um outro mais denso e não menos profundo mistério:

__________________________________________
Autor: SÉRGIO O. RUSSO



Uma realidade assombrosa!

Não sei se no momento eu contemplava as águas da enchente ou se pensava em outras épocas, quando uma boca com dentes de outro me interrompeu:
- Tenho ordem de prendê-lo como envolvido no crime da mala.
- Que mala? - indaguei ainda surpreso, como alguém que acabasse de descer de Marte ou de outra região qualquer.
- Siga-me que na delegacia tudo será esclarecido.
Diante do tom autoritário com que a boca com dentes de outro me falava, resolvi seguir o investigador. Atravessamos uma rua deserta, cruzamos uma praça cheia de crianças brincando, desembocamos num largo e por fim entramos num prédio baixo com aspecto de casa de comércio.
Quando menos esperava, fui empurrado para dentro de uma sala escura onde o delegado de plantão me recebeu com ar teatral:
- Então! Custou mas caiu nas mãos da justiça! Ninguém escapa da lei! Confesse, que é a única cousa inteligente que tem a fazer!

A princípio achei graça em tudo aquilo. Pensei mesmo que estava sendo vítima de uma brincadeira de mau gosto. Depois, diante da insistência do delegado, comecei a suar frio. Que sabia eu do crime da mala? É bem possível que alguém, parecido comigo, tivesse cometido o crime pelo qual me acusavam. Há tanta gente parecida no mundo. Ainda há tempos encontrei no bonde um cidadão tão parecido com Henry Fonda que fiquei abismado. Tinha até o jeito de sorrir do simpático artista. Por um pouco não chamei a atenção do cavalheiro para o fato. O próprio delegado, que me interrogava, tinha qualquer cousa de semelhante com o investigador que me havia dado voz de prisão. O verdadeiro culpado talvez se parecesse comigo. Não encontrava outra explicação para tudo aquilo. De súbito fui despertado pela boca com dentes de ouro, que me disse:
- Acompanhe-me.
Segui como um autômato o investigador que me fechou numa sala tão baixa que tive que me curvar para não bater com a cabeça no teto. Justamente no momento em que me curvei, dei com um morto estendido dentro de uma mala meio aberta. Recuei e fiz um grande esforço para não gritar. O morto parece que me acusava com os seus olhos parados, com os seus olhos que vinham de um outro mundo. Tive a impressão de que estava sendo vítima de uma alucinação. Os olhos do morto parece que se dilatavam cada vez mais.
Dominei-me a custo de debrucei-me sobre o morto para examinar melhor a sua fisionomia e não pude conter um grito: o morto era eu. Era eu que estava dentro da mala meio aberta...
"
Paulo Corrêa Lopes
(1898 - 1957 | Brasil)


20 de setembro de 2013

As vozes do além...

O termo, transcomunicação foi criado nos anos 1980, na Alemanha, pelo físico e estudioso Ernst Senkowski e significa comunicação com o mundo extra-físico. Segundo os dicionários modernos, quer dizer: comunicação com a verdade eterna ou comunicação transcendental.
Várias celebridades do mundo científico tentaram a TCI, dentre eles figuram Thomas Alva Edison, inventor da lâmpada e do fonógrafo, Gugliemo Marconi, precursor do rádio, Nikola Tesla, precursor do transformador e criador do motor de corrente contínua, e, no Brasil, o escritor Monteiro Lobato.
Oficialmente, o Brasil é pioneiro nestas pesquisas com o português naturalizado brasileiro Augusto de Oliveira Cambraia, inventor das fibras do tecido cambraia. Dentre as suas 16 patentes requeridas, está a do Telégrafo Vocativo, que deu entrada em 1909, com a finalidade de comunicação com os espíritos. E ainda, o Brasil é considerado o país mais avançado sobre os estudos referentes à TCI. 
A TCI (Transcomunicação Instrumental) é um processo em que trechos de voz ou vozes são embutidos na gravação em fita magnética através de um processo que ainda não é bem compreendido. A voz embutida do “fantasma” pode ser ouvida quando a fita é tocada num gravador de fita comum. Segundo os transcomunicadores, ela pode ser utilizada como prova científica de que realmente a morte não existe. As técnicas evoluíram muito desde o início dos experimentos.
Segundo Sonia Rinaldi, fundadora da Ação Nacional de Transcomunicadores – ANT - e uma das grandes pesquisadoras do assunto no Brasil, o país tem hoje os melhores resultados do mundo. Sonia passou a se interessar pelo assunto em 1988, quando freqüentava o Instituto Brasileiro de Pesquisas Psicobiofísicas - IBPP - dirigido pelo Dr. Hernani Guimarães Andrade. Foi ele quem sugeriu que iniciasse as gravações, e como naquela época não havia qualquer tipo de orientação, resolveram então seguir a intuição. Os resultados foram positivos, mas foram cerca de 16 anos para alcançar uma evolução notável, que começou com um simples gravador e evoluiu para os telefonemas para o "outro lado", com sincronia de imagens.

Transcomunicação instrumental: vozes dos mortos?

Com Friedrich Jürgenson (1903-1987) que o estudo da TCI realmente se inicia. Jürgenson era em alguns aspectos um homem da Renascença – arqueólogo, filósofo, lingüista, um pintor que foi comissionado pelo Papa Pio XII, cantor de ópera, e produtor de documentários cinematográficos. O interesse de Jürgenson em Transcomunicação Instrumental aparentemente começou quando, após ter gravado gorjeios de pássaros num gravador de fita, ele podia ouvir vozes humanas nas fitas, mesmo que não houvesse ninguém nas proximidades.

LEIA MAIS.clicando na frase abaixo

Este evento surpreendente naturalmente despertou seu interesse, e ele voltou sua atenção para realizar gravações do nada – ou seja, gravações feitas num lugar tranqüilo sem ninguém por perto. Ele continuou a detectar vozes nessas fitas, e seus estudos levaram à publicação em 1964 do livro Rosterna fran Rymden (“Vozes do espaço”), traduzido para o português com o título de “Telefone para o Além”.
Subseqüentemente ele reconheceu algumas das vozes apanhadas no seu gravador de fita, incluindo a da sua mãe, que o chamava pelo seu apelido carinhoso. Contudo, sua mãe já era falecida e lhe parecia natural presumir que ela estava se comunicando do além-túmulo. Assim, ele chegou à conclusão de que todas as vozes que ele havia gravado eram vozes de pessoas mortas. Em 1967 publicou Sprechfunk mit Verstorbenen (“Rádio-link com os mortos”).
O Dr. Konstantin Raudive (1906-1974), um estudioso de Carl Jung, era um psicólogo da Letônia que lecionava na Universidade de Uppsala na Suécia. Ele esteve absorvido em interesses parapsicológicos durante toda a sua vida, e especialmente com a possibilidade de vida após a morte, e se manteve em contato íntimo com os maiores pesquisadores psíquicos Britânicos.
Em 1964 Raudive leu o livro de Jürgenson, "Telefone para o Além", e ficou tão impressionado que arranjou um encontro com Jürgenson em 1965. Ele então trabalhou com Jürgenson para realizar algumas gravações de TCI, mas seus primeiros esforços deram pouco resultado, se bem que eles acreditavam poder ouvir vozes muito fracas e abafadas.
Contudo, certa noite, quando ouvia uma gravação, ele escutou claramente muitas vozes e quando reproduzia a fita repetidas vezes começou a entendê-las todas – algumas em alemão, outras em letão, outras em francês. A última voz na fita – uma voz femininina – dizia “Va dormir, Margarete” (“Vá dormir, Margarete”).
Raudive escreveu posteriormente (em seu livro Breakthrough): “Estas palavras me causaram uma impressão profunda, pois Margarete Petrautzki tinha morrido recentemente, e a sua doença e morte tinham me afetado muito.” Atônito com tudo isso, ele começou então a pesquisar tais vozes por conta própria, e passou a maior parte dos seus últimos dez anos de vida explorando fenômenos de voz eletrônica. Com a ajuda de diversos especialistas em eletrônica, ele gravou mais de 100.000 fitas de áudio, a maioria das quais foram realizadas sob o que ele descreveu como “condições estritas de laboratório”. Às vezes ele colaborava com Hans Bender, um parapsicólogo alemão muito conhecido.
Mais de 400 pessoas foram envolvidas em sua pesquisa, e todas aparentemente ouviram as vozes. Isto culminou com a publicação em 1971 do seu livro Breakthrough, anteriormente mencionado. Seu impacto foi tal que estes fenômenos são agora comumente conhecidos simplesmente como “vozes Raudive.”

Fontes: http://www.espiritualismo.hostmach.com.br; Arcanum (Paulo Néry) - http://grandarcanum.blogspot.com
(Por: James E. Alcock)


21 de agosto de 2013

Mistérios insondáveis...


Linhas de Nazca

Elas podem ser definidas como desenhos imensos no chão de planícies desérticas, com proporções muito bem feitas – o que seria difícil sem uma observação aérea. Para compor as obras, que datam entre 400 e 650 d.C., a civilização de Nazca apenas retirava pedras vermelhas do solo para que as cores mais claras da parte inferior fossem exibidas.

O que impressiona é a forma dos desenhos. Alguns dos mais impressionantes mostram macacos, aranhas, colibris e outras aves em enormes dimensões. A teoria mais aceita até os dias de hoje afirma que as formas teriam sido criadas como uma maneira de expressar agradecimentos da população aos deuses.

Sendo a região de Nazca um deserto, os povos de lá precisavam de água em várias épocas do ano, por isso pediam por chuvas em rituais religiosos. Assim teriam surgido as linhas de Nazca, em explicações muito mais lógicas do que as que envolvem o auxílio de alienígenas.

Pirâmides do Egito

As certezas relacionadas às pirâmides são todas referentes aos propósitos delas: cultuar os faraós e cultivar seus corpos mumificados após as mortes. A grande maioria delas são obras gigantescas, pois deviam ser construídas de acordo com a grandeza e divindade dos reis – acreditava-se que os faraós eram os deuses na Terra.

Mas a formação das pirâmides egípcias passa por uma questão similar à do Stonehenge. São sabidos quais os materiais utilizados para a construção, mas até hoje não se sabe como é que eles chegaram até lá. Sem a presença de mecanismos de transporte, qual seria o método utilizado para o carregamento?

.....

Como você viu, a ciência ainda não consegue explicar uma série de fatos ocorridos no mundo, no decorrer da história. E admita: entender a ilha de Lost fica fácil depois de tentar decifrar os mistérios dos lugares mais misteriosos do planeta, não é mesmo?





22 de maio de 2013

Negros de cabelos louros


Nas Ilhas Salomão, um país localizado na no Oceano Pacífico, cerca de 10% da população nativa, de pele negra, tem cabelo naturalmente loiro.
Esse fato derruba qualquer noção simplória que temos sobre raça, pois existem muitos meandros e particularidades que a ciência vai descobrindo aos poucos. Neste caso da ilha, as hipóteses locais eram de que a cor do cabelo desses habitantes louros seria resultado da excessiva exposição ao sol, ou de uma dieta rica em peixe. Outra explicação seria a herança genética de ancestrais distantes — mercadores europeus que passaram pelos arquipélagos.
Todas essas hipóteses foram derrubadas por pesquisadores da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, que descobriram que a variante genética responsável pelo cabelo louro dos insulares é diferente da que causa a mesma característica nos europeus.
O geneticista Carlos Bustamante e sua equipe publicaram as descobertas na revista Science. Eles analisaram amostras da saliva de mais de mil habitantes nascidos na ilha, com atenção especial para um subconjunto, formado por 43 louros e 42 pessoas de cabelos escuros, e conseguiram rapidamente identificar um gene responsável pela variação da cor do cabelo chamado de TYRP1 - ele é conhecido por influenciar a pigmentação nos humanos. Sua variante encontrada nos cabelos louros dos habitantes das Ilhas Salomão não é encontrada no genoma dos europeus.
Nós humanos somos lindamente diferentes e com particularidades únicas, e isso é apenas a ponta do iceberg na genética das raças.

6 de março de 2013

A empreitada sinistra na Serra da Mantiqueira


Há algum tempo numa cidadezinha mineira, Dito que era pedreiro e seu amigo Tonho que sempre o ajudava como servente pegaram um serviço de empreita em um lugar distante da cidade próximo ao distrito de Candelária, já na serra da Mantiqueira. Chegaram lá em um domingo a tarde pois pretendiam começar o serviço na segunda e terminar na sexta, o lugar é bastante desabitado, a casa mais próxima do rancho onde se estabeleceram fica a mais de 1 km e o local é uma serra íngreme onde carro só chega em tempo de seca. Eles começaram o serviço e na quarta-feira precisavam comprar mais algumas coisas já que não levaram o suficiente para toda a semana até mesmo porque era uma motivo justo para sair um pouco daquele lugar ermo, com fama de mal assombrado, onde raramente se via viva alma.
Terminaram o serviço lá pelas 17:00 e desceram até o vilarejo de Candelária que ficava a uns 7 ou 8 km de onde estavam. Como estavam tranquilos e sem pressa chegaram na vila mais ou menos 19:00. Como são bastante conhecidos, e como todo bom mineiro compraram o que precisavam na venda e ficaram fazendo hora no boteco mais movimentado do lugar, jogando uma sinuquinha e conversa fora. Lá pelas 22:30 perceberam que já estava tarde e para subir a serra é mais demorado. Mas o dono do boteco que era muito amigo dos dois insistiu que eles dormissem num quartinho que tinha ali mesmo no boteco e irem embora no outro dia de manhã porque a estrada que ia para onde estavam era assombrada conforme moradores locais que contam casos medonhos de aparições, alguns bem sinistros.
O Tonho já estava até aceitando a idéia, mas o Dito que não era muito supersticioso e já tinha tomado umas pingas disse que se ficassem ali tinham que levantar de madrugada no dia seguinte se ali ficassem e preferia ir naquele horário mesmo. E lá foram os dois. Era noite de lua e o céu estava muito limpo a lua clareava bem o caminho. Quando estava faltando pouco menos de 2 km para chegarem ao rancho, no trecho da trilha que dava início à parte mais dura da subida, escutaram no meio de uma matinha um ronco estranho e amedrontador. O Tonho ficou de cabelo arrepiado na hora, mas o Dito que era um pouco mais corajoso e com a ajuda da pinga disse "se for o demônio pode vir que eu enfrento", mal terminou a frase o céu que estava limpo começou a formar umas nuvens escuras e uma ventania muito forte, aí a situação ficou apavorante e tiveram que correr, ao passarem debaixo de um bambuzeiro enorme que lá tinha, os bambus deitavam na estrada por causa do vento parecia que ia cercá-los e junto com o vento aquele ronco horrível que nunca ouviram antes, cada vez mais forte e ensurdecedor.
Subiram a serra correndo o mais que podia, sentindo que atrás deles uma sombra negra os acompanhavam. Somente quando estava faltando pouco para chegar ao rancho as nuvens e o vento foram desaparecendo como mágica, trazendo de volta a tranquilidade e a lua brilhou no céu limpo novamente. Os dois chegaram exaustos com a língua de fora como se diz em Minas. O Tonho ficou com tanto medo que na correria bebeu quase toda a garrafa de pinga que compraram, para ver se dava mais força, mas nem ficou bêbado. Mal dormiram a noite e no dia seguinte pegaram suas coisas e sumiram dali, não quiseram mais saber de terminar a empreitada. Não dava para ficar.

Postado por Paulo Moraes em seu blog Panacéias Essenciais.
Fonte inicial:Medob.blogspot.com

28 de janeiro de 2013

Lágrimas de Sangue


Há algum tempo numa cidadezinha mineira, Dito que era pedreiro e seu amigo Tonho que sempre o ajudava como servente pegaram um serviço de empreita em um lugar distante da cidade próximo ao distrito de Candelária, já na serra da Mantiqueira. Chegaram lá em um domingo a tarde pois pretendiam começar o serviço na segunda e terminar na sexta, o lugar é bastante desabitado, a casa mais próxima do rancho onde se estabeleceram fica a mais de 1 km e o local é uma serra íngreme onde carro só chega em tempo de seca. Eles começaram o serviço e na quarta-feira precisavam comprar mais algumas coisas já que não levaram o suficiente para toda a semana até mesmo porque era uma motivo justo para sair um pouco daquele lugar ermo, com fama de mal assombrado, onde raramente se via viva alma.
Terminaram o serviço lá pelas 17:00 e desceram até o vilarejo de Candelária que ficava a uns 7 ou 8 km de onde estavam. Como estavam tranquilos e sem pressa chegaram na vila mais ou menos 19:00. Como são bastante conhecidos, e como todo bom mineiro compraram o que precisavam na venda e ficaram fazendo hora no boteco mais movimentado do lugar, jogando uma sinuquinha e conversa fora. Lá pelas 22:30 perceberam que já estava tarde e para subir a serra é mais demorado. Mas o dono do boteco que era muito amigo dos dois insistiu que eles dormissem num quartinho que tinha ali mesmo no boteco e irem embora no outro dia de manhã porque a estrada que ia para onde estavam era assombrada conforme moradores locais que contam casos medonhos de aparições, alguns bem sinistros.
O Tonho já estava até aceitando a idéia, mas o Dito que não era muito supersticioso e já tinha tomado umas pingas disse que se ficassem ali tinham que levantar de madrugada no dia seguinte se ali ficassem e preferia ir naquele horário mesmo. E lá foram os dois. Era noite de lua e o céu estava muito limpo a lua clareava bem o caminho. Quando estava faltando pouco menos de 2 km para chegarem ao rancho, no trecho da trilha que dava início à parte mais dura da subida, escutaram no meio de uma matinha um ronco estranho e amedrontador. O Tonho ficou de cabelo arrepiado na hora, mas o Dito que era um pouco mais corajoso e com a ajuda da pinga disse "se for o demônio pode vir que eu enfrento", mal terminou a frase o céu que estava limpo começou a formar umas nuvens escuras e uma ventania muito forte, aí a situação ficou apavorante e tiveram que correr, ao passarem debaixo de um bambuzeiro enorme que lá tinha, os bambus deitavam na estrada por causa do vento parecia que ia cercá-los e junto com o vento aquele ronco horrível que nunca ouviram antes, cada vez mais forte e ensurdecedor.
Subiram a serra correndo o mais que podia, sentindo que atrás deles uma sombra negra os acompanhavam. Somente quando estava faltando pouco para chegar ao rancho as nuvens e o vento foram desaparecendo como mágica, trazendo de volta a tranquilidade e a lua brilhou no céu limpo novamente. Os dois chegaram exaustos com a língua de fora como se diz em Minas. O Tonho ficou com tanto medo que na correria bebeu quase toda a garrafa de pinga que compraram, para ver se dava mais força, mas nem ficou bêbado. Mal dormiram a noite e no dia seguinte pegaram suas coisas e sumiram dali, não quiseram mais saber de terminar a empreitada. Não dava para ficar.

Postado por Paulo Moraes em seu blog Panacéias Essenciais.
Fonte inicial:Medob.blogspot.com

18 de janeiro de 2013

Incidente no deserto


 
Em 1924, aconteceu um fato estranhíssimo para o qual, até hoje, não foi encontrada uma explicação. Após um vôo de rotina, os pilotos Day e Stewart não retornaram à sua base e patrulhas de resgate foram enviadas para o deserto árabe, onde encontraram o avião intacto e com combustível.


A outra coisa que encontraram foram as pegadas dos pilotos mostrando que ambos saíram do avião e andaram lado a lado por 36 metros. Depois disso as pegadas param e não há mais nenhum sinal sobre o que aconteceu com os dois, dando a impressão de terem sido levitados ou simplesmente evaporados.